12 de janeiro de 2011


Dançar é flutuar com os pés em pleno chão, é escutar um simples som e a ele dar vida, é movimentar-se talvez de um jeito que ninguém entenda mais ser feliz, é acreditar que você é capaz de qualquer coisa, é encontrar o par perfeito ou talvez o mais imperfeito. Mais em cada suspiro de uma batida, um movimento com o corpo que no final nos trazem o maior presente pelos tombos, pelo suor, pelo tempo perdido, pela dedicação, o anonimato de pessoas que vidram seus olhos e nos trazem simples mais significativos aplausos.

(Própria Editoria) 

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