E se eu saísse por aí procurando outras pessoas para me apaixonar, será que eu esqueceria da única pessoa que conseguiu fazer com que todas aquelas coisas clichês e piegas – que todos falavam – se tornasse tão diferente? Diferente de um jeito especial e único. Único como eu acho que jamais tornarei a sentir por outro alguém. Com certeza isso é doentio. Mas você nem liga, e isso machuca – mais do que qualquer outra coisa. Você usa a sua indiferença como arma. Uma arma com o poder de me dilacerar todos os dias um pouco mais – como se fosse possível, como se eu já não estivesse ferida o suficiente.
(Autor Desconhecido)

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